O Tibério ainda tem em exposição intermitente uma expressão de profunda infelicidade a que poucos dos que tão bem o conhecem prestam atenção. A Mavília descobriu que não devia ter exigido mais presença geográfica ao Balbino. O Venceslau continua a exibir com alguma exuberância que a memória imorredoura da ex-namorada que ele na verdade nunca quis não lhe permite o desafogo sentimental necessário a arranjar outra que ele ainda menos quer. A Rubina bate as asas mas não levanta voo por uma paixão que se proíbe e à qual portanto chama nomes maternais. O Urbano há já muito descobriu que quanto mais anda mais se enterra mas continua na mesma vida por aparente falta de melhores opções. A Rosenda continua a arranjar novos relacionamentos com pessoas giras e interessantes a um ritmo que em breve tornará possível o objectivo de não conseguir pensar em ninguém durante mais de 3 segundos por ano. O Capristano parou de se ralar com a falta de rumo do seu casamento porque descobriu que tem coisas mais interessantes em que não pensar. A Honorata esqueceu-se de que também tem alguma responsabilidade no que sucedeu e abriu outra vez a boca para dizer disparates de que só ela não deu conta. O Fabiano morreu excepto para efeitos práticos. A Arlete desapareceu mas reaparecerá em breve porque tal como ela temia está-se tudo nas tintas. O Daciano acaba mais uma vez de descobrir que somos todos loucos. A Guiomar acaba mais uma vez de descobrir que afinal não está doida. |