A arte de ser pós-moderno só é dominada em pleno por aquele/a que aceita com alguma ironia (e nunca com complacência) a impostura envolvida na necessidade de permanentemente reconfigurarmos as nossas proximidades.
 [Dogville, de L. Von Trier]
Mesmo conhecendo os riscos que daí advêm. Ou talvez por isso mesmo. |