A melhor alternativa a estar para aqui continua a ser andar por aí, nem que seja aos caídos. Aliás, só quem não está para as curvas é que ainda está para aqui. Estar para aqui, que convém não confundir com estar por aqui, é estar pelos ajustes. Estar para aqui é, no fundo, o estado cartográfico-sentimental de quem vai andando, que é contrário ao de quem se pôs a andar porque não estava mais para isto ou porque, estando por fora há já algum tempo, lhe apeteceu passar a estar também para fora. Trata-se, afinal e mais uma vez, da velha oposição entre dar-nos para isto e já termos dado o que tínhamos a dar. Ou, dito de outra forma, entre darmos à sola e darmos o berro.
O que ainda nos vai valendo são as coisas simples da vida. |