— Meu comandante! — Raios, grumete, que susto! Já lhe disse para não entrar assim quando eu estou... hmmm... sozinho. O que o traz aqui, grumete? — O meu tenente manda dizer que talvez tenhamos detectado alguma coisa, meu comandante. — E por «alguma coisa» quer dizer o quê, grumete? — Alguma coisa, meu comandante. — Estou a ver. E disse «talvez»? — Sim, meu comandante, é um sinal muito fraco e irregular mesmo na orla do nosso raio de acção. Um blimp blimp muito débil, segundo as palavras do meu tenente, meu comandante. — Ah, é desses. Resta saber se essa debilidade se deve a avaria nossa ou ao facto de ser mais um objecto furtivo. Tem algo que me possa dizer a este respeito, grumete? — Se o meu comandante me permite, I have no fucking idea... yet, meu comandante. — Ha! Ha! Ha! Agora teve graça, grumete, que não se repita. — Sim, meu comandante. — Agora vá-se embora e diga ao tenente para ter tudo a postos. Se não houver novidades nas próximas horas, enviaremos uma equipa de reconhecimento ao local. — Sim, meu comandante. |