Espero bem que a juventude do objecto e a distracção dos potenciais sujeitos de leitura não estejam a fazer com que o Yesterday Man passe despercebido. Ignoro se a carne por detrás da electrónica (para usar uma caracterização inspirada em palavras passadas — nos dois sentidos — do Bruno) enverga roupa de lycra com Y ao peito e capa, nem a indumentária da criatura é do meu particular interesse, mas da sua escrita creio poder dizer que é túmida, com todas as implicações que adjectivação deste calibre pode acarretar. |