Quando fosse grande quereria viver num monte alentejano isolado, onde pudesse passear sem outras restrições que não as do cansaço muscular e onde a natureza me apresentasse surpresas suficientes para saciar o meu apetite natural por curiosidades. Muito sol, alguns ratos e poucos carros, por outras palavras. E uma lareira ou similar para o Inverno. Nesta forma, a possibilidade de excursionismo ao mar não seria, por razões óbvias, requerida ou mesmo desejável e tudo o resto seriam extras desnecessários a alguém incapaz de perder tempo com coisas complicadas. |