Uma das questões que atravessa todo o pensamento ocidental dos dois últimos séculos é a do momento do abandono da acção. O dia em que deixa de se fazer é o dia em que se faz pela última vez ou é o dia em que pela primeira vez não se faz? Uma vez que a questão permanece quieta e calada à espera que lhe arranjem uma resposta decente, feito para o qual me falta a competência e a vontade, resta-me esclarecer que, pelo primeiro critério, fez ontem um ano; pelo segundo, faz hoje. |