Estava na cozinha a libertar as flutes dos últimos vestígios de Veuve Clicquot da longa noite antifascista anterior quando lhe ocorreu — uma das coisas boas do verão é levantarmo-nos de manhã bem cedo e irmos até à janela respirar a brisa fresca que ainda traz consigo bocados cuidadosamente seleccionados da humidade nocturna. Isto fê-lo pôr-se a pensar longamente por que raio é que, simplesmente, não. Por que raio é que, simplesmente, não. Depois regressou às flutes e prometeu a si próprio mudar para Moët & Chandon. |