O cenário são as luzes, o movimento, o vidro e o aço, a música das inevitabilidades, as vigílias de uma das mais cosmopolitas capitais culturais e financeiras da Europa — falo-vos, como já devem ter percebido, de Coimbra. No entanto, há algo inexplicável que não funciona, que não me deixa sentir-me completamente descartável. Talvez seja apenas impressão minha. Só o nada é perfeito. |