Uma médica, cujo nome lamentavelmente não fixei, é pelo «Não» porque dispõe de dados que lhe garantem que, nos países em que a interrupção voluntária da gravidez foi despenalizada, as mulheres, essas putas desvairadas, desataram a abortar que nem umas doidas. Rita Ferro, escritora e assim, é pelo «Não» porque as mulheres abortam para não ficarem gordas e para poderem comprar carros e porque puseram os cornos aos maridos e não sei quê. Kátia Guerreiro, médica e artista e mandatária, é pelo «Não» porque não há em Portugal criancinhas que cheguem para garantir um futuro radioso à nossa Amada Pátria.
Com mulheres destas, quem é que precisa de homens? |