Veio-me à memória a primeira (e última) vez que fui à Universidade de Aveiro. Foi há 10 anos, para um daqueles congressos que não servem senão o propósito de engordar os currículos dos seus participantes. O meu só engordou ligeiramente, mas mesmo assim foi uma refeição bastante indigesta. Em compensação, tive a oportunidade de conhecer aquele campus magnífico, que me pareceu um cenário do Doom 3, mas em versão pré-apocalíptica. Lamentavelmente, não me fazia acompanhar de uma metralhadora rotativa para verificar se os usufrutuários daquele espaço, quando devidamente estimulados, se comportariam como os monstros mutantes e assassinos que nos cabia exterminar no jogo de computador. Tratando-se essencialmente de universitários, imagino que sim, mas ficará para sempre a dúvida. |