Anders
— Olá Anders, por aqui outra vez?
— É verdade, Nils, como estás?
— Estou bem, obrigado, mas tu é que pareces muito melancólico. Que se passa contigo?
— Nada, não se passa nada. Porque achas isso?
— Ora, já toda a gente na cidade comenta: «O Anders Rosengren não anda bem, passa os dias inteiros na falésia a observar o mar».
— E que tem isso de mal, Nils?
— Nada, Anders, mas é um pouco estranho... Dias atrás de dias sempre aqui...
— Se queres mesmo saber, Nils, penso nas mulheres da minha vida. O mar encapelado, com as suas pequenas e bruscas ondas que aparecem e desaparecem da nossa vista sem que realmente saiam do sítio onde sempre estiveram, faz-me recordar as mulheres que tive.
— Homessa, Anders, não te sabia tão romântico!
— Aquela ali, por exemplo, poderia ser a Nini Christoffersson, a Fredrika Gustafsson, a Victoria Hegström, a Malena Magnusson, a Inga Ångström, a Valborg Isaksson, a Sibel Tengström, a Ulrika Johansson, a Devnet Svahnström, a Ingalill Eriksson, a Svea Wikström, a Germund Pärson, a Agnetha Griendtröm, a Gudny Rickardsson, as manas Tillström, ou...
— As manas Tillström???
— Sim, as manas Tillström, ou a Agda Elofsson, a Lotta Brannström, a Annike Pettersson, a Teresia Sundström...
— As manas Tillström filhas do Håkan Tillström???
— Sim, as manas Tillström filhas do Håkan Tillström, a Lena Stenson, a Birgit Lidström, a Annalina Olsson...
— A Annalina Olsson também???
— Sim, a Annalina Olsson, as clavículas da Annalina Olsson que ainda hoje sinto sob os polegares sempre que fecho os olhos, que saudades que eu tenho das clavículas da Annalina Olsson...
— Anders, mas as manas Tillström... Eu sei que não é nada comigo, mas creio que não devias ter...
— E a Wanja Carlsson, a Maja Nyström, a Hanna Henrickson, a Katarina Sjöström, a Viveka Hansson, a Kjerstin Bergström, a Gotilda Jansson, a Marit Söderström a Karin Bengtsson...
— A Karin Bengtsson que é casada com o Pavel Lindskog?!?
— Não, essa é a Kajsa Fredricsson, a Karin Bengtsson é mãe do Lars Längqvist.
— Ah, pois é.
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