Olhas, olhas, eu vejo bem para onde tu olhas! Eu não preciso de mais que ver para onde um gajo olha (e como) para lhe tirar a pinta. Toda, todinha. Faço-lhe logo o mapa astral, o cadastro, a árvore genealógica, o processo, o histórico, a história, as estórias. Eu sou assim, não preciso de mais nada! Olhas e zás!, já estás! E eu vi muito bem para onde tu olhaste (e como). Discreto, treinado pela fuga às tensões, a engolir as emoções, mas não suficientemente rápido para me impedires de perceber. Tudo, tudinho. Logo, loguinho. |