As pernas falharam-me. Apetecia-me dizer que foi sem mais nem menos, mas não foi sem mais nem menos. Já várias vezes me tinha perguntado por quanto tempo (ou seria distância?) iriam elas aguentar. Falharam-me, finalmente, portanto. Tive de ficar ali, miserável, ali que até nem era um mau sítio porque de lá ainda não se via o destino, mas já era possível cheirá-lo (por assim dizer). Como vi que sem pernas de jeito não ia conseguir fazer mais nada, resolvi aproveitar o tempo para apostar na minha formação. |