Quando descobres que, afinal, era tudo mentira, revoltas-te contra o mundo, as injustiças, etc. Isto da primeira vez, pois da segunda viras-te contra ti próprio, a tua estupidez, etc. Depois a palavra «descoberta» deixa de ser apropriada mas não consegues arranjar nenhuma que, sendo-o, dê algum interesse ao fenómeno que é andares por aí. E então passas a ter o teu espírito ligado a uma reiteração alternativa da submissão e o corpo dependente do aproveitamento industrial de produtos do sub-bosque. Chamas-lhe final feliz e é provável que tenhas razão, pelo menos na primeira parte. |