É que uma pessoa fala nas coisas e elas acontecem. Eu até já tenho medo de abrir a boca. É cada tiro, cada melro. Cada cavadela, cada minhoca. Acordo anguistiado com o que as minhas palavras de ontem estarão a planear fazer-me ao dia de hoje. Fecho os olhos e vejo enormes estuturas cheias de rebites apoiadas na minha cabeça jazente. O melhor é ir para os subterrâneos, isolar-me e definhar. A palavra para isto já nem é medo, é..... É outra. Outra, ouviu, outra. E já agora é meio quilo dessas aí mais verdinhas, dona Vina, se fizer o favor, que lhe pago amanhã. |