Não há escapadinha de três dias que não me imprima no espelho um reflexo sebastiânico (apesar de Sebastião, para mim, ser sempre mais o outro, o das setas, que não morria por mais que o matassem, que ainda ia ter de se apresentar composto, nessa mesma noite, ao júri da festa da espuma da axiologia. Por favor, não me perguntem, não me molestem, deixem-me ficar assim com isto. Não se deve brincar com o sofrimento dos outros, a não ser pelas costas, e há perguntas que não se fazem a uma senhora, a não ser que ela goste. Respeitem-me, em suma.) Por isso — receio — é que decidi ficar. |